FRAIBURGO

18 abril 2022

Agora ADVOGADO!

Hoje é um dia muito especial em minha vida.

Em cerimônia realizada no auditório do Fórum local, recebi as minhas credenciais de Advogado, das mãos do Presidente da subseção de Fraiburgo, Dr. Rodrigo Riegert.

Foram longos os 5 anos de duração do curso de direito e também foram de muito sacrifício, com muitos estudos e constantes trabalhos acadêmicos, além do quase total abandono da família e dos amigos, mas foi gratificante ao seu final, e depois das provas da ordem, receber o tão sonhado título profissional de Advogado.


Se fez presente na solenidade o Advogado e Professor Dr. Gedson Pagnussatt, ex Presidente da Oab subseção de Fraiburgo que, com sua renomada experiência e carisma me ajudou muito neste tempo todo, tanto como Advogado, como Professor. Obrigado agora colega e Professor por ter me incentivado desde o início e por ter me ensinado a "ser advogado". 

Também se fez presente no evento a renomada Professora Leonilce Longhi, que neste curso, além das aulas de português, me incentivou e me ensinou uma grande lição, não só para a carreira de advogado, mas para a minha vida: olhar para o lado e ver que há outros caminhos que podem ser seguidos. 

A ambos quero aqui externar os meus mais efusivos agradecimentos, reconhecimento e carinho. Muito obrigado. Vou tentar de todas as formas não decepcioná-los.

Juntamente comigo, também receberam suas credenciais os agora colegas Lucas Marini Alexandre, Larissa Góes e Fabian Mello. Fica registrado aqui o meu carinho e minhas felicitações.

E a todos os demais professores e aos muitos colegas de aulas que tive, fica aqui, indistintamente, o meu muito obrigado.

Abração e se cuidem.

Ari

02 julho 2021

Curso de Direito: chegou o grande dia

Hoje cumpri o meu último compromisso acadêmico na primeira turma do curso de Direito da Uniarp, campus de Fraiburgo, restando um misto de alegria e tristeza ao mesmo tempo. Alegria pela missão cumprida. Tristeza pelo distanciamento natural que acontecerá a partir de amanhã, de todos os colegas, funcionários e professores da Instituição.

Foi na Fearpe, embrião da hoje Uniarp, que iniciei meus estudos no curso de administração do campus de Caçador-SC em 1976.

Naquela época eu era muito jovem, possuindo muita vontade de realizar todos os sonhos, aprender uma profissão de ponta, ganhar muuuuuito dinheiro e mudar o mundo.

Passados esses 45 anos, muitas coisas aconteceram na minha vida. Tive a honra de assumir, por 2 vezes, a Secretaria Municipal de Administração e Finanças de nosso município e, na primeira investidura, participar ativamente na doação do terreno e das instalações então existentes, além de assinar o cheque no valor de 70 mil “dinheiros”, determinantes na vinda e na consolidação da universidade aqui em Fraiburgo, através da Uniarp.

Era a concretização de um sonho do saudoso Pe Biagio Simonetti, que sempre atento, já previa a necessidade de formar novos professores com o objetivo de atender a população escolar cada vez maior de nossa cidade e região.

Mais tarde, já mais maduro, tive o prazer de ser seu conselheiro da Instituição, trabalhando especialmente para a implantação do seu campus universitário de Canoinhas-SC.

Aquela primeira faculdade foi para mim, a porta de entrada para um mundo novo, que até então eu não conhecia, descobrindo de imediato que nela havia a vontade contínua de buscar o conhecimento e através dele pleitear os meios necessários para o crescimento pessoal e de toda a comunidade.

Foi nesse ambiente que tive as primeiras noções de organização, com os ensinamentos técnicos recebidos dos dedicados professores Beber, Martinello, Dr. Taytalo e Dra. Tereza, bem como o envolvimento nos primeiros ensinamentos das noções e teorias políticas, sempre ministrados pelo hoje Senador Esperidião Amin e pelo seu amigo pessoal e hoje ex-Governador Raimundo Colombo, que como eu, eram jovens em busca de um ideal e que é através da política que as coisas acontecem.

Como estudante de Direito, agora já com a idade avançada e, portanto, bem mais maduro, meus sonhos são outros, minha vontade de mudar o mundo tem outro enfoque, entendendo que ainda é possível contribuir para assim o fazê-lo, sempre em busca do engrandecimento comunitário. Aprendi o que é justiça e como ela se processa. Aprendi que a ciência jurídica é milenar e é através dela que a humanidade consegue se organizar e praticar aquilo que é “certo”, aquilo que é “verdadeiro” e que onde houver ignorância jurídica haverá o subdesenvolvimento social.

Da mesma forma que lembro dos professores da primeira faculdade, quero levar comigo a lembrança dos atuais professores, representados pelo Coordenador do Curso de Direito da Uniarp, do Campus de Fraiburgo, Dr. Me. Aldair Marcondes, e pela minha Orientadora Dra. Me. Jociane Machiavelli, que com a sua dedicação e carinho diários, proporcionaram a todos nós, um bom aprendizado.

Também aos colegas que comigo concluíram este curso, quero deixar registrado o meu carinho, o meu respeito e o meu muito obrigado: Adilson Dalanhol, Antonio Luciano Ceron, Aydur Balvedi, Aline Silveira, Dalton Farias, Lillian Vieceli, Maria Darlei Mafioletti, Nathiara Borges, Bruno Lorenci, Sônia Moreira, Paulo Sérgio Kasper, Luiz Carlos Ferreira de Deus, Simone Morsoleto Primon, Jean Bottcher, Larissa Goes, Jackson Pontes, Nilce Pinz, Franciely Macedo, Giulia Maciel, Deimison Melo,nLiceia Rinaldi Ramos, Marcos Perondi, Renan Antunes, Nelson Albino Lopes, Ruthnéia Fritzen, Matheus Camargo, Sonia Friebnel, Mariana Kokovicz, Karine Ribeiro, Jeniffer Elícia Inácio, Gabriela Lopes e Vinicius Antunes. 

Um muito obrigado especial a Lucas Marini Alexandre e Marco Hideaki Nagano, parceiros e companheiros diários destes últimos 5 anos.

Finalmente, à minha família, meu carinho e todo o meu amor, por ficarem privados da minha presença nas noites desse período todo, ficando aqui, de público, a minha promessa de que a partir de amanhã, estarei ao lado de vocês, calçando pantufa e vestindo meu pijama (de bolinhas).

Abração a todos. Se cuidem.

Ari

29 março 2021

Origem do Termo Genocídio!

 Me permito a liberdade de tomar emprestado texto publicado no Facebook e escrito pelo renomado Professor Leandro Karnal, para disseminar a compreensão do termo genocídio.

Violência é inerente à espécie humana. E genocídio? O termo tem data de nascimento: 1944. O autor foi um advogado de ascendência judaica, Raphael Lemkin (1900-1959), emigrado para os EUA. O advogado juntou o termo grego GENOS (família, tribo, raça) e o latino CIDIUM (o que mata). A palavra apareceu no livro sobre o governo do eixo na Europa ocupada: Axis Rule in Occupied Europe.

No livro, o autor define genocídio como o  empreendido   pelos  nazistas para destruir  cultura,  linguagem,  sentimentos  nacionais,  religião  etc.  algo  que inclui, mas não se encerra na eliminação de pessoas.

Importante: nunca é uma violência sobre um indivíduo apenas, mas contra um grupo inteiro e não apenas contra a existência física do grupo, todavia da eliminação da dignidade, economia, identidade e valores culturais do grupo. Assim, o simples ato de matar um ou vários seres não é suficiente para o conceito. Todo genocídio envolveu massacre, nem todo massacre é genocídio.

No genocídio, a violência simbólica se dirige ao grupo e a violência concreta aos indivíduos. Os genocídios envolvem ataques simbólicos e assassinatos concretos. Assim, respondemos a uma questão inicial: de onde vem o termo? Faltam várias outras questões.

Boa semana e grande abraço a todos. Se cuidem!

Ari


08 novembro 2020

QUANDO A LEI PERMITE, PODE-SE FAZER!

Dr. Paulo Pires e Ademir Perin, representantes legais de uma sigla partidária, numa Coligação, estão sendo atacados e ridicularizados, por adversários, por estarem abastecendo carros de cabos eleitorais dos vereadores, que compõem a Coligação 17, com a finalidade de participarem da carreata que acontecerá dia 08/11.

Antes de mais nada é bom dizer que, isso foi feito à luz do dia, às claras, inclusive sob a vigilância dos nossos adversários, que de uma forma deselegante filmaram tudo e todos, desnecessariamente, porque tudo, absolutamente tudo estava dentro do que a Lei preconiza.
A Lei estabelece regras e normas, daquilo que é permitido fazer. E assim foi feito. Alguns invadiram um estabelecimento comercial, para fotografar e filmar de cima. Outros percorreram todo o pátio do posto, filmando carros estacionados, criando uma situação constrangedora, como se os que ali estavam fossem bandidos ou coisa assim. Lamentável que pessoas com tanto conhecimento, não soubessem o que é possível fazer sem infringir a Lei. Chegaram ao ridículo de filmarem pessoas e carros que abasteciam sem ter nada a ver com os carros da carreata. Lá ficaram por um longo tempo, filmando, telefonando sabe lá pra quem, como se isso fosse amedrontar quem lá estava fazendo o que a LEI PERMITE.
Nunca é demais lembrar que tudo o que foi realizado, foi de uma forma organizada e controlada, conforme determina a Lei, até porque nós respeitamos a Lei, seja na prestação de contas, no cumprimento dos PRAZOS, e, agora na apresentação dos relatórios dos carros abastecidos, juntamente com as notas fiscais referentes.
Certos de que, não praticamos nenhum ilícito nesta questão, gostaríamos que nossos adversários, não nos culpem, por estarmos fazendo o que todos os partidos podem fazer, inclusive eles (adversários), LEGALMENTE... Mais, demos a oportunidade para aquelas pessoas mais humildes, que por vezes não podem participar de uma carreata, pela dificuldade financeira, de também eles poderem se manifestar, dizerem quem eles apoiam, mesmo sem aqueles carrões e camionetonas, que vimos esses dias.
Quanto àquele carro que foi filmado várias vezes, de placa QIO 5278, Ano 2018, SEM RESTRIÇÕES, estará Á VENDA, somente depois do dia 15, até lá estará sendo usado como painel ambulante, com a propaganda da chapa majoritária da Coligação 17, que por sinal está atingindo o objetivo, senão vejamos; quantas fotos foram divulgadas hoje, obviamente quem viu as postagens, teve que engolir a propaganda. Isso é muito bom. “propaganda é a alma do negócio”.
Pra finalizar “A inveja e a ignorância, são os menores e os piores sentimentos”.
17 neles.

Grande abraço,

Ari

16 outubro 2020

Stanford III

Desde o início, Stanford valorizou a educação experiencial. O financiamento generoso ajuda seus alunos de graduação de diversas origens econômicas a desfrutar a paridade de experiência e oportunidade. Em 2015, 85% dos alunos receberam alguma forma de assistência financeira e 78% dos alunos de graduação de Stanford se formaram sem dívidas. 

Mais de 1.000 alunos de graduação conduzem pesquisas dirigidas pelo corpo docente e projetos de homenagem a cada ano, enquanto 1.000 participam de projetos de serviço público e 1.000 estudam no exterior, todos sem se preocupar com a capacidade de pagamento. 


Desde 1992, todos os alunos de graduação têm garantia de quatro anos de moradia no campus, de acordo com a ênfase de Stanford em educação residencial e a experiência de uma pequena faculdade de artes liberais dentro da matriz de uma grande universidade de pesquisa. 

Uma transformação física significativa se seguiu ao terremoto Loma Prieta de 1989, que mais uma vez desafiou a resiliência e a visão da universidade. A principal Biblioteca Verde de Stanford renovou sua ala oeste fortemente danificada como Bing Wing, enquanto o Stanford Art Museum foi reaberto em 1999 como Iris & B. Gerald Cantor Center for Visual Arts. 

Em 1985, o Jardim de Esculturas B. Gerald Cantor Rodin foi inaugurado como a maior coleção de bronzes de Rodin fora de Paris. Tornou-se o nexo para uma coleção de classe mundial de esculturas dos séculos 20 e 21, quase todas de acesso livre ao público. 
O Centro James H. Clark para Engenharia e Ciências Biomédicas foi inaugurado em 2003 como o nexo geográfico e intelectual entre as escolas de Engenharia e Medicina e a casa do Bio-X. 

O Hasso Plattner Institute of Design em Stanford foi inaugurado na Escola de Engenharia em 2005, reunindo alunos e professores de origens radicalmente diferentes para desenvolver soluções inovadoras e centradas no ser humano para os desafios do mundo real. Usando técnicas de design e engenharia, o instituto, conhecido no campus como d.school, inspira confiança criativa e atrai os alunos para além dos limites das disciplinas acadêmicas tradicionais. 

A Universidade de Stanford hoje compreende sete escolas e 18 institutos interdisciplinares com mais de 16.000 alunos, 2.100 professores e 1.800 bolsistas de pós-doutorado. 

Grande abraço.

Ari

(Disponível em:  https://www.stanford.edu/about/history/)