FRAIBURGO

20 agosto 2017

Como cientistas 'enganaram' plantas para fabricar vacina contra a pólio!

Uma pesquisa em que plantas foram "enganadas" para a produção da vacina da poliomielite (paralisia infantil) pode transformar a forma de fabricação de imunizantes, dizem cientistas do Centro John Innes, na Inglaterra. Segundo a equipe, o processo é barato, fácil e rápido.

Além de ajudar a eliminar a pólio, a abordagem poderia ajudar o mundo a reagir de forma mais imediata contra ameaças inesperadas como o vírus da zika ou o ebola, afirmam eles.

A vacina usa partículas que imitam o vírus da pólio. Do lado de fora, elas são quase idênticas a ele, mas - como a diferença entre um manequim e uma pessoa - estão vazias por dentro.

Os cientistas dizem que as partículas têm as características necessárias para treinar o sistema imunológico, mas não tem armas para causar uma infecção.

Fábrica na planta

Os cientistas "enganaram" o metabolismo da planta do tabaco para servir de "fábrica" da vacina.

Primeiro, eles precisavam criar novas instruções para a planta seguir. Para isso, usaram o código genético do vírus da pólio para fabricar a parte externa da partícula. E combinaram esse material com informações de um vírus do solo que infecta plantas como a do tabaco.

Com a infecção em curso, as plantas então leram as novas instruções genéticas e começaram a fabricar partículas similares ao vírus.

As folhas infectadas eram misturadas com água, e a vacina da pólio foi extraída. As partículas similares ao vírus preveniram a pólio em experimentos com animais, e uma análise de sua estrutura de 3D mostrou que eles eram quase idênticos ao vírus da poliomielite.

"Elas são cópias incrivelmente boas", afirmou à BBC News o professor George Lomonossoff, do Centro John Innes. "É uma tecnologia muito promissora. Espero que tenhamos vacinas produzidas a partir de plantas num futuro não tão distante."

A pesquisa é financiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como parte dos esforços para achar um substituto à vacina da pólio. A doença - que pode causar paralisia permanente - não é uma ameaça para a maior parte do mundo, mas a infecção ainda não foi erradicada.

E usar um vírus da pólio enfraquecido, como ocorre nas vacinas atuais, representa um risco de ele readquirir algumas de suas características perigosas.

"As atuais vacinas da pólio são produzidas a partir de grandes quantidades de vírus vivos, que podem ser uma ameaça se houver um escape acidental e uma reintrodução (da doença)", comentou Andrew Macadam, cientista chefe do Instituto Nacional para o Controle e Padrões Biológicos do Reino Unido.

"Esse estudo nos coloca mais próximos de substituir a atual vacina da pólio, e nos dá uma opção barata e viável para produzir vacinas com base em partículas semelhantes ao vírus."

Grande potencial

Mas essa tecnologia não é limitada à pólio ou nem sequer a vacinas. Se os pesquisadores tiverem decodificado a sequência correta de um código genético de um agente nocivo, eles podem produzir vacina para quase qualquer vírus.

Plantas já são sendo foco de pesquisa para servirem como fonte para a vacina da gripe, por exemplo. Hoje essa vacina é cultivada em ovos de galinha e leva meses para se desenvolver.

E também foram usadas plantas para fabricar anticorpos como os da terapia contra o câncer.
"Num experimento com uma empresa canadense, eles mostraram que você pode identificar uma nova cepa de vírus e produzir um candidato a vacina em três ou quatro semanas", contou Lomonossoff.

"A técnica também tem o potencial de servir para a fabricação de vacinas contra epidemias emergentes, como as que tivemos da zika ou do ebola", acrescenta. "Ela responde rapidamente, e essa é uma das grandes vantagens da tecnologia."

As plantas crescem rapidamente e precisam apenas de luz do sol, solo, água e dióxido de carbono para se desenvolver. Isso significa que poderia ser uma solução barata e sem grande tecnologia para a produção de vacinas.

Mas ainda há questões a resolver, como a de fabricar a vacina em larga escala. Outra questão é se há qualquer risco de se usar plantas para fazer a vacina - será que há nicotina na vacina que usa a planta da família do tabaco, por exemplo?

"Entretanto, há poucos produtores de vacina com base em plantas e quase não há licenças de vacinas humanas que estão hoje sendo produzidas em plantas", lembrou o professor de desenvolvimento de vacina da University College London, Tarit Mukhopadhyay.

Já o professor de biotecnologia na Universidade do Sul de Gales, Denis Murphy, disse: "Essa é uma conquista importante. O desafio é agora optimizar o sistema de expressão da planta e seguir para testes clínicos (em humanos) da nova vacina". (Fonte: James Gallagher - BBC News).

Um bom domingo a todos.

Ari

19 agosto 2017

Reflexão!

 “a juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, porém, a estupidez é eterna”.

 Aristófanes: dramaturgo e pensador grego 

Um bom final de semana a todos.

Ari

17 agosto 2017

Reflexão!

(Foto: Internet)


Um grande abraço a todos.

Ari

Por anos, pediu esmola na rua, mas o destino era nobre!

Dobri Dobrev, vive em Bailovo, uma pequena vila da Bulgária, ele anda pelas ruas pedindo dinheiro e segurando uma lata de metal, durante muito tempo os moradores locais e turistas, fizeram doações de moedas para ele, pensando que ele usava para comprar alimentos e coisas para si próprio, porém, ninguém imaginava o real motivo que o fazia pedir nas ruas de Bailovo.

Uma TV, em 2010 fez um documentário falando da Catedral de Alexander Nevsky, uma das jornalistas responsáveis pela produção, acabou descobrindo, em meio a dezenas de papeis, documentos, algo extremamente chocante; nada mais que uma doação de 20 mil euros que havia sido doada por Dobri.
Depois dela descobrir isso, ela decidiu trazer a hisDobri Dobrev, vive em Bailovo, uma pequena vila da Bulgária, ele anda pelas ruas pedindo dinheiro e segurando uma lata de metal, durante muito tempo os moradores locais e turistas, fizeram doações de moedas para ele, pensando que ele usava para comprar alimentos e coisas para si próprio, porém, ninguém imaginava o real motivo que o fazia pedir nas ruas de Bailovo.

Uma TV, em 2010 fez um documentário falando da Catedral de Alexander Nevsky, uma das jornalistas responsáveis pela produção, acabou descobrindo, em meio a dezenas de papeis, documentos, algo extremamente chocante; nada mais que uma doação de 20 mil euros que havia sido doada por Dobri.
Depois dela descobrir isso, ela decidiu trazer a história a tona, para mostrar a todos os moradores a bondade que morava no coração de Dobri, durante anos, esse homem colecionou doações, para crianças necessitadas e destinou o dinheiro para ajudar nas reformas que aconteceram em Igrejas e monastérios.
Uma história espetacular, de muito amor e dedicação em ajudar quem precisa, uma lição de vida, um belo exemplo de que fazer o bem e ser generoso não significa que você tenha que gritar os quatro ventos quem você ajudou, o que você fez de bom, estando guardado em sua consciência e no seu coração já basta!tória a tona, para mostrar a todos os moradores a bondade que morava no coração de Dobri, durante anos, esse homem colecionou doações, para crianças necessitadas e destinou o dinheiro para ajudar nas reformas que aconteceram em Igrejas e monastérios.

Uma história espetacular, de muito amor e dedicação em ajudar quem precisa, uma lição de vida, um belo exemplo de que fazer o bem e ser generoso não significa que você tenha que gritar os quatro ventos quem você ajudou, o que você fez de bom, estando guardado em sua consciência e no seu coração já basta! (Fonte: zipnoticias.com).

Um grande abraço a todos.

Ari

Minha Casa, Minha Vida: 56,4% dos imóveis do Programa, apresentam falhas!

Fiscalização do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) identificou defeitos em 56,4% dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida visitados durante o ano de 2015. Foram avaliados 1.472 unidades referentes a 2.166 contratos.

As principais falhas encontradas foram infiltrações, falta de prumo (verticalidade de paredes e colunas) e de esquadros (se os planos medidos estão com ângulo reto), trincas e vazamentos.

Em relação à área externa, menos de 20% dos moradores informaram situações de alagamento, iluminação deficiente e falta de pavimentação.

Apesar dos defeitos, a fiscalização identificou que os moradores estão satisfeitos com a moradia. De acordo com o levantamento, o nível de satisfação foi considerado alto em 33,1% dos casos e médio em outros 47,2%.

Para a CGU, o resultado pode estar relacionado ao fato de a Caixa e as construtoras terem oferecido assistência e reparos às deteriorações dentro do prazo de garantia – que pode chegar a cinco anos, conforme o Código Civil.

O relatório da CGU observa que a entrega das unidades habitacionais do Minha Casa não resultou em redução efetiva do déficit habitacional do país, mas conteve seu avanço.

A CGU recomendou ao Conselho Curador do FGTS e ao Ministério das Cidades que elaborem um estudo para identificar as causas da reduzida demanda de alocação de recursos do Fundo nas localidades que tiveram baixa execução, embora tenham déficit habitacional significativo.

Grande abraço a todos.

Ari

16 agosto 2017

Temos Que Ter Responsabilidade!


"Como explicar à população que R$ 3,6 bilhões serão gastos na campanha eleitoral quando faltam leitos nos hospitais, vagas nas escolas e policiamento nos bairros? O parlamento precisa ter conexão com a realidade do país!" 
      Ana Amélia Lemos
   Senadora

Um grande abraço a todos.

Ari

Telhados de São Petersburgo viram atração turística!

Aventureiros iniciantes podem agora Escalar prédios de São Petersburgo, na Russia, em segurança, depois que as autoridades da cidade russa instalaram corrimões e sinalizações em três coberturas de prédios locais. Será possível até mesmo fazer tours guiados nas construções.


Tour guiado pelos telhados da Avenida Liteyny Foto:Peter Kovalev/TASS.


Mas os chamados “roofers” (telhadeiros, em tradução livre), isto é, alpinistas urbanos radicais que se arriscam escalando topos de prédios sem equipamentos de segurança, não aprovaram a iniciativa. Nos últimos anos, esses amantes de adrenalina alcançaram fama nas redes sociais com suas selfies e fotos panorâmicas tiradas no alto de algumas das construções mais icônicas da Rússia.

Para esses praticantes de escalada, as novas medidas de segurança acabam com o “romantismo” da atividade, já que eliminam os riscos.

“É melhor escalar telhados que não foram adaptados para isso. São necessários certos riscos para tornar a experiência mais excitante”, declarou um dos alpinistas radicais, que preferiu não ser identificado.

Escalar um telhado certamente envolve riscos, sendo a morte um deles. Mas também envolve muita criatividade, intuição e habilidade. Os “roofers” precisam planejar cuidadosamente, estudar as entradas dos prédios e planejar rotas de fuga caso a polícia chegue, afinal, trata-se de uma atividade ilegal.

Mas os praticantes não acreditam estar prejudicando ninguém com a atividade. “Somos muito silenciosos quando escalamos telhados e tentamos não incomodar as pessoas. Além disso, elas nunca descobrirão os caminhos que usamos”, disse outro alpinista, que também não quis ser identificado.

Apesar dos lamentos dos “roofers” mais radicais, amadores agora poderão escalar os prédios de São Petersburgo em segurança, sem desrespeitar a lei ou arriscar suas vidas. (Igor Rozin).


Grande abraço a todos.

Ari

13 agosto 2017

Após 51 anos da Carta de Dallari, ela ainda é muito atual!

Passados 51 anos desde a publicação, em 11 de agosto de 1966, a da carta manifesto/protesto lida no Largo de São Francisco em São Paulo, ainda é um texto atual. 

O protesto da época era contra as injustiças impostas pela Ditadura Militar. Hoje ela pode ser interpretada como um instrumento contra as injustiças diárias que vemos por aí.



Bom domingo e boa semana a todos.

Ari

09 agosto 2017

Por Que Faixas de Pedestres São ‘Enfeite’ em Boa Parte do Brasil!

Em um país em que morrem 8.800 pessoas por ano vítimas de atropelamento, de acordo com dados do SUS de 2012, a vulnerabilidade do pedestre é algo evidente. A desobediência à faixa preferencial para cruzar as ruas nas cidades brasileiras é um dos sinais mais claros do descaso de autoridades e motoristas com quem anda a pé.

Em diversos países, a seguinte cena é bastante comum: o pedestre coloca o pé na faixa e os carros que estão na via param para deixá-lo passar. Já em algumas cidades brasileiras, parece que só o impeditivo do semáforo vermelho (e da possível multa para quem o desrespeita) segura os motoristas de avançarem sobre a zona designada para o pedestre. Quando não há semáforo, pedestres em geral preferem não arriscar e deixam os carros passar primeiro.

“No Brasil, ao se aproximar da faixa de pedestre, alguns condutores até aceleram em vez de reduzir”, afirmou ao Nexo Renato Campestrini, gerente-técnico do ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária).

Entretanto, os hábitos inseguros não são universais no país. Existem casos de cidades que contrariam a tendência nacional, se caracterizando por terem conseguido estabelecer o respeito à preferência dos pedestres. Entre elas estão Gramado e Ijuí, no Rio Grande do Sul, Caraguatatuba, em São Paulo, e Tangará da Serra, no Mato Grosso.

De acordo com especialistas ouvidos pelo Nexo, a única capital em que isso se implantou de modo consolidado é Brasília. Desde os anos 1990, a faixa de pedestre é um espaço seguro para a travessia a pé na capital federal.

O artigo 70 do Código Nacional de Trânsito diz que pedestres têm “prioridade” nas faixas sinalizadas para cruzamento da via. A exceção é feita aos locais “com sinalização semafórica”, onde vale a regra de cumprimento da indicação do sinal de trânsito.

No artigo 214 aparece a categoria da infração e a penalidade para quem não obedecer essa preferência: é do tipo gravíssima e sujeita à multa, com perda de sete pontos na carteira. De acordo com o artigo, vale a multa para o condutor apenas se o pedestre se encontrar na faixa. Em cruzamentos em que há sinal de trânsito, o pedestre deve poder concluir a travessia mesmo que o sinal abra para o veículo. E em casos em que não há sinalização de cruzamento, se um pedestre já tiver iniciado a travessia, o carro deve dar a passagem. (Fonte: Camilo Rocha -  https://www.nexojornal.com.br)

Um grande abraço a todos.


Ari

08 agosto 2017

A Nacionalidade!

Nacionalidade é aquilo que é nacional, que é próprio de uma nação, de uma pátria. Para o cidadão é a sua condição de pertencer a uma determinada nação e se identificar através dela.

Em termos bastantes simples, podemos dizer que nacionalidade é o país onde o cidadão nasceu. É o país de nascimento de alguém. É o “Sentimento Nacional”.

Uma pessoa qualquer, - cidadão -, possui os mais remotos vínculos com a história e a cultura de uma comunidade ou um grupo de pessoas.

Muitas vezes, um grupo de pessoas ou uma comunidade, não possui uma área própria  - o seu território -, e por este motivo não pode formar um país, mas pode sim ter, e fazer parte, de uma nação.

Cada país tem as suas regras próprias para definir a nacionalidade que dependem de Lei específica de cada um.

Na grande maioria das vezes a nacionalidade diz respeito ao local do nascimento da pessoa. É o jus solis - direito de solo. Já outros, como Portugal e a Itália consideram a pessoa que possui a descendência pelo sangue como seu cidadão (é filho(a) de quem?) e, portanto, obtém a cidadania de seus pais. É o “jus sanguinis” – direito de sangue.

O artigo 15 da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz:

1) Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.

2) Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

A nacionalidade é diferente de naturalidade. A nacionalidade provém do país em que o cidadão nasceu, enquanto a naturalidade provém da cidade ou região onde o cidadão nasceu.

Grande abraço a todos.

Ari

06 agosto 2017

O Homem Mais Rico da História

O banqueiro alemão - apelidado de "O rico" - chegou a acumular, ao longo da vida, uma fortuna equivalente ao que hoje seriam US$ 400 bilhões (R$ 1,2 trilhão), segundo o biógrafo Greg Steinmetz.
  
Se estivesse vivo hoje, Jakob Fugger (1459-1525) seria, calcula-se, mais rico que
 Bill Gates,  Warren Buffet, Carlos Slim e Mark Zuckerberg juntos.

Ex-editor do Wall Street Journal, Steinmetz considera Fugger o homem mais rico da história, e foi esse o título que deu ao livro que escreveu sobre o banqueiro em 2015.

Embora muitas pessoas levantem ressalvas à comparação da riqueza em diferentes períodos históricos, de uma coisa Steinmetz se diz seguro: "Jakob Fugger foi sem dúvida o mais poderoso banqueiro de todos os tempos", disse ele à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol.

Em que ele baseia essa afirmação?

"No Renascimento, a época em que Fugger viveu, o mundo era controlado por duas figuras: o imperador romano e o papa. E Fugger financiou os dois", diz o biógrafo.

Na avaliação de Steinmetz, nenhum banqueiro em toda a história teve tanta influência sobre o poder político como Fugger.

"Fugger decidiu que o rei da Espanha, Carlos 1º, deveria ser o imperador de Roma e o fez vencer a eleição (com o nome de Carlos 5º)", disse ele. "Carlos 5º colonizou o Novo Mundo. A história não seria a mesma se não tivesse chegado ao poder”. (Saiba mais em: http://www.bbc.com)

Grande abraço a todos.

Ari