FRAIBURGO

20 agosto 2017

Como cientistas 'enganaram' plantas para fabricar vacina contra a pólio!

Uma pesquisa em que plantas foram "enganadas" para a produção da vacina da poliomielite (paralisia infantil) pode transformar a forma de fabricação de imunizantes, dizem cientistas do Centro John Innes, na Inglaterra. Segundo a equipe, o processo é barato, fácil e rápido.

Além de ajudar a eliminar a pólio, a abordagem poderia ajudar o mundo a reagir de forma mais imediata contra ameaças inesperadas como o vírus da zika ou o ebola, afirmam eles.

A vacina usa partículas que imitam o vírus da pólio. Do lado de fora, elas são quase idênticas a ele, mas - como a diferença entre um manequim e uma pessoa - estão vazias por dentro.

Os cientistas dizem que as partículas têm as características necessárias para treinar o sistema imunológico, mas não tem armas para causar uma infecção.

Fábrica na planta

Os cientistas "enganaram" o metabolismo da planta do tabaco para servir de "fábrica" da vacina.

Primeiro, eles precisavam criar novas instruções para a planta seguir. Para isso, usaram o código genético do vírus da pólio para fabricar a parte externa da partícula. E combinaram esse material com informações de um vírus do solo que infecta plantas como a do tabaco.

Com a infecção em curso, as plantas então leram as novas instruções genéticas e começaram a fabricar partículas similares ao vírus.

As folhas infectadas eram misturadas com água, e a vacina da pólio foi extraída. As partículas similares ao vírus preveniram a pólio em experimentos com animais, e uma análise de sua estrutura de 3D mostrou que eles eram quase idênticos ao vírus da poliomielite.

"Elas são cópias incrivelmente boas", afirmou à BBC News o professor George Lomonossoff, do Centro John Innes. "É uma tecnologia muito promissora. Espero que tenhamos vacinas produzidas a partir de plantas num futuro não tão distante."

A pesquisa é financiada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como parte dos esforços para achar um substituto à vacina da pólio. A doença - que pode causar paralisia permanente - não é uma ameaça para a maior parte do mundo, mas a infecção ainda não foi erradicada.

E usar um vírus da pólio enfraquecido, como ocorre nas vacinas atuais, representa um risco de ele readquirir algumas de suas características perigosas.

"As atuais vacinas da pólio são produzidas a partir de grandes quantidades de vírus vivos, que podem ser uma ameaça se houver um escape acidental e uma reintrodução (da doença)", comentou Andrew Macadam, cientista chefe do Instituto Nacional para o Controle e Padrões Biológicos do Reino Unido.

"Esse estudo nos coloca mais próximos de substituir a atual vacina da pólio, e nos dá uma opção barata e viável para produzir vacinas com base em partículas semelhantes ao vírus."

Grande potencial

Mas essa tecnologia não é limitada à pólio ou nem sequer a vacinas. Se os pesquisadores tiverem decodificado a sequência correta de um código genético de um agente nocivo, eles podem produzir vacina para quase qualquer vírus.

Plantas já são sendo foco de pesquisa para servirem como fonte para a vacina da gripe, por exemplo. Hoje essa vacina é cultivada em ovos de galinha e leva meses para se desenvolver.

E também foram usadas plantas para fabricar anticorpos como os da terapia contra o câncer.
"Num experimento com uma empresa canadense, eles mostraram que você pode identificar uma nova cepa de vírus e produzir um candidato a vacina em três ou quatro semanas", contou Lomonossoff.

"A técnica também tem o potencial de servir para a fabricação de vacinas contra epidemias emergentes, como as que tivemos da zika ou do ebola", acrescenta. "Ela responde rapidamente, e essa é uma das grandes vantagens da tecnologia."

As plantas crescem rapidamente e precisam apenas de luz do sol, solo, água e dióxido de carbono para se desenvolver. Isso significa que poderia ser uma solução barata e sem grande tecnologia para a produção de vacinas.

Mas ainda há questões a resolver, como a de fabricar a vacina em larga escala. Outra questão é se há qualquer risco de se usar plantas para fazer a vacina - será que há nicotina na vacina que usa a planta da família do tabaco, por exemplo?

"Entretanto, há poucos produtores de vacina com base em plantas e quase não há licenças de vacinas humanas que estão hoje sendo produzidas em plantas", lembrou o professor de desenvolvimento de vacina da University College London, Tarit Mukhopadhyay.

Já o professor de biotecnologia na Universidade do Sul de Gales, Denis Murphy, disse: "Essa é uma conquista importante. O desafio é agora optimizar o sistema de expressão da planta e seguir para testes clínicos (em humanos) da nova vacina". (Fonte: James Gallagher - BBC News).

Um bom domingo a todos.

Ari

19 agosto 2017

Reflexão!

 “a juventude envelhece, a imaturidade é superada, a ignorância pode ser educada e a embriaguez passa, porém, a estupidez é eterna”.

 Aristófanes: dramaturgo e pensador grego 

Um bom final de semana a todos.

Ari

17 agosto 2017

Reflexão!

(Foto: Internet)


Um grande abraço a todos.

Ari

Por anos, pediu esmola na rua, mas o destino era nobre!

Dobri Dobrev, vive em Bailovo, uma pequena vila da Bulgária, ele anda pelas ruas pedindo dinheiro e segurando uma lata de metal, durante muito tempo os moradores locais e turistas, fizeram doações de moedas para ele, pensando que ele usava para comprar alimentos e coisas para si próprio, porém, ninguém imaginava o real motivo que o fazia pedir nas ruas de Bailovo.

Uma TV, em 2010 fez um documentário falando da Catedral de Alexander Nevsky, uma das jornalistas responsáveis pela produção, acabou descobrindo, em meio a dezenas de papeis, documentos, algo extremamente chocante; nada mais que uma doação de 20 mil euros que havia sido doada por Dobri.
Depois dela descobrir isso, ela decidiu trazer a hisDobri Dobrev, vive em Bailovo, uma pequena vila da Bulgária, ele anda pelas ruas pedindo dinheiro e segurando uma lata de metal, durante muito tempo os moradores locais e turistas, fizeram doações de moedas para ele, pensando que ele usava para comprar alimentos e coisas para si próprio, porém, ninguém imaginava o real motivo que o fazia pedir nas ruas de Bailovo.

Uma TV, em 2010 fez um documentário falando da Catedral de Alexander Nevsky, uma das jornalistas responsáveis pela produção, acabou descobrindo, em meio a dezenas de papeis, documentos, algo extremamente chocante; nada mais que uma doação de 20 mil euros que havia sido doada por Dobri.
Depois dela descobrir isso, ela decidiu trazer a história a tona, para mostrar a todos os moradores a bondade que morava no coração de Dobri, durante anos, esse homem colecionou doações, para crianças necessitadas e destinou o dinheiro para ajudar nas reformas que aconteceram em Igrejas e monastérios.
Uma história espetacular, de muito amor e dedicação em ajudar quem precisa, uma lição de vida, um belo exemplo de que fazer o bem e ser generoso não significa que você tenha que gritar os quatro ventos quem você ajudou, o que você fez de bom, estando guardado em sua consciência e no seu coração já basta!tória a tona, para mostrar a todos os moradores a bondade que morava no coração de Dobri, durante anos, esse homem colecionou doações, para crianças necessitadas e destinou o dinheiro para ajudar nas reformas que aconteceram em Igrejas e monastérios.

Uma história espetacular, de muito amor e dedicação em ajudar quem precisa, uma lição de vida, um belo exemplo de que fazer o bem e ser generoso não significa que você tenha que gritar os quatro ventos quem você ajudou, o que você fez de bom, estando guardado em sua consciência e no seu coração já basta! (Fonte: zipnoticias.com).

Um grande abraço a todos.

Ari

Minha Casa, Minha Vida: 56,4% dos imóveis do Programa, apresentam falhas!

Fiscalização do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) identificou defeitos em 56,4% dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida visitados durante o ano de 2015. Foram avaliados 1.472 unidades referentes a 2.166 contratos.

As principais falhas encontradas foram infiltrações, falta de prumo (verticalidade de paredes e colunas) e de esquadros (se os planos medidos estão com ângulo reto), trincas e vazamentos.

Em relação à área externa, menos de 20% dos moradores informaram situações de alagamento, iluminação deficiente e falta de pavimentação.

Apesar dos defeitos, a fiscalização identificou que os moradores estão satisfeitos com a moradia. De acordo com o levantamento, o nível de satisfação foi considerado alto em 33,1% dos casos e médio em outros 47,2%.

Para a CGU, o resultado pode estar relacionado ao fato de a Caixa e as construtoras terem oferecido assistência e reparos às deteriorações dentro do prazo de garantia – que pode chegar a cinco anos, conforme o Código Civil.

O relatório da CGU observa que a entrega das unidades habitacionais do Minha Casa não resultou em redução efetiva do déficit habitacional do país, mas conteve seu avanço.

A CGU recomendou ao Conselho Curador do FGTS e ao Ministério das Cidades que elaborem um estudo para identificar as causas da reduzida demanda de alocação de recursos do Fundo nas localidades que tiveram baixa execução, embora tenham déficit habitacional significativo.

Grande abraço a todos.

Ari

16 agosto 2017

Temos Que Ter Responsabilidade!


"Como explicar à população que R$ 3,6 bilhões serão gastos na campanha eleitoral quando faltam leitos nos hospitais, vagas nas escolas e policiamento nos bairros? O parlamento precisa ter conexão com a realidade do país!" 
      Ana Amélia Lemos
   Senadora

Um grande abraço a todos.

Ari

Telhados de São Petersburgo viram atração turística!

Aventureiros iniciantes podem agora Escalar prédios de São Petersburgo, na Russia, em segurança, depois que as autoridades da cidade russa instalaram corrimões e sinalizações em três coberturas de prédios locais. Será possível até mesmo fazer tours guiados nas construções.


Tour guiado pelos telhados da Avenida Liteyny Foto:Peter Kovalev/TASS.


Mas os chamados “roofers” (telhadeiros, em tradução livre), isto é, alpinistas urbanos radicais que se arriscam escalando topos de prédios sem equipamentos de segurança, não aprovaram a iniciativa. Nos últimos anos, esses amantes de adrenalina alcançaram fama nas redes sociais com suas selfies e fotos panorâmicas tiradas no alto de algumas das construções mais icônicas da Rússia.

Para esses praticantes de escalada, as novas medidas de segurança acabam com o “romantismo” da atividade, já que eliminam os riscos.

“É melhor escalar telhados que não foram adaptados para isso. São necessários certos riscos para tornar a experiência mais excitante”, declarou um dos alpinistas radicais, que preferiu não ser identificado.

Escalar um telhado certamente envolve riscos, sendo a morte um deles. Mas também envolve muita criatividade, intuição e habilidade. Os “roofers” precisam planejar cuidadosamente, estudar as entradas dos prédios e planejar rotas de fuga caso a polícia chegue, afinal, trata-se de uma atividade ilegal.

Mas os praticantes não acreditam estar prejudicando ninguém com a atividade. “Somos muito silenciosos quando escalamos telhados e tentamos não incomodar as pessoas. Além disso, elas nunca descobrirão os caminhos que usamos”, disse outro alpinista, que também não quis ser identificado.

Apesar dos lamentos dos “roofers” mais radicais, amadores agora poderão escalar os prédios de São Petersburgo em segurança, sem desrespeitar a lei ou arriscar suas vidas. (Igor Rozin).


Grande abraço a todos.

Ari

13 agosto 2017

Após 51 anos da Carta de Dallari, ela ainda é muito atual!

Passados 51 anos desde a publicação, em 11 de agosto de 1966, a da carta manifesto/protesto lida no Largo de São Francisco em São Paulo, ainda é um texto atual. 

O protesto da época era contra as injustiças impostas pela Ditadura Militar. Hoje ela pode ser interpretada como um instrumento contra as injustiças diárias que vemos por aí.



Bom domingo e boa semana a todos.

Ari

09 agosto 2017

Por Que Faixas de Pedestres São ‘Enfeite’ em Boa Parte do Brasil!

Em um país em que morrem 8.800 pessoas por ano vítimas de atropelamento, de acordo com dados do SUS de 2012, a vulnerabilidade do pedestre é algo evidente. A desobediência à faixa preferencial para cruzar as ruas nas cidades brasileiras é um dos sinais mais claros do descaso de autoridades e motoristas com quem anda a pé.

Em diversos países, a seguinte cena é bastante comum: o pedestre coloca o pé na faixa e os carros que estão na via param para deixá-lo passar. Já em algumas cidades brasileiras, parece que só o impeditivo do semáforo vermelho (e da possível multa para quem o desrespeita) segura os motoristas de avançarem sobre a zona designada para o pedestre. Quando não há semáforo, pedestres em geral preferem não arriscar e deixam os carros passar primeiro.

“No Brasil, ao se aproximar da faixa de pedestre, alguns condutores até aceleram em vez de reduzir”, afirmou ao Nexo Renato Campestrini, gerente-técnico do ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária).

Entretanto, os hábitos inseguros não são universais no país. Existem casos de cidades que contrariam a tendência nacional, se caracterizando por terem conseguido estabelecer o respeito à preferência dos pedestres. Entre elas estão Gramado e Ijuí, no Rio Grande do Sul, Caraguatatuba, em São Paulo, e Tangará da Serra, no Mato Grosso.

De acordo com especialistas ouvidos pelo Nexo, a única capital em que isso se implantou de modo consolidado é Brasília. Desde os anos 1990, a faixa de pedestre é um espaço seguro para a travessia a pé na capital federal.

O artigo 70 do Código Nacional de Trânsito diz que pedestres têm “prioridade” nas faixas sinalizadas para cruzamento da via. A exceção é feita aos locais “com sinalização semafórica”, onde vale a regra de cumprimento da indicação do sinal de trânsito.

No artigo 214 aparece a categoria da infração e a penalidade para quem não obedecer essa preferência: é do tipo gravíssima e sujeita à multa, com perda de sete pontos na carteira. De acordo com o artigo, vale a multa para o condutor apenas se o pedestre se encontrar na faixa. Em cruzamentos em que há sinal de trânsito, o pedestre deve poder concluir a travessia mesmo que o sinal abra para o veículo. E em casos em que não há sinalização de cruzamento, se um pedestre já tiver iniciado a travessia, o carro deve dar a passagem. (Fonte: Camilo Rocha -  https://www.nexojornal.com.br)

Um grande abraço a todos.


Ari

08 agosto 2017

A Nacionalidade!

Nacionalidade é aquilo que é nacional, que é próprio de uma nação, de uma pátria. Para o cidadão é a sua condição de pertencer a uma determinada nação e se identificar através dela.

Em termos bastantes simples, podemos dizer que nacionalidade é o país onde o cidadão nasceu. É o país de nascimento de alguém. É o “Sentimento Nacional”.

Uma pessoa qualquer, - cidadão -, possui os mais remotos vínculos com a história e a cultura de uma comunidade ou um grupo de pessoas.

Muitas vezes, um grupo de pessoas ou uma comunidade, não possui uma área própria  - o seu território -, e por este motivo não pode formar um país, mas pode sim ter, e fazer parte, de uma nação.

Cada país tem as suas regras próprias para definir a nacionalidade que dependem de Lei específica de cada um.

Na grande maioria das vezes a nacionalidade diz respeito ao local do nascimento da pessoa. É o jus solis - direito de solo. Já outros, como Portugal e a Itália consideram a pessoa que possui a descendência pelo sangue como seu cidadão (é filho(a) de quem?) e, portanto, obtém a cidadania de seus pais. É o “jus sanguinis” – direito de sangue.

O artigo 15 da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz:

1) Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.

2) Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

A nacionalidade é diferente de naturalidade. A nacionalidade provém do país em que o cidadão nasceu, enquanto a naturalidade provém da cidade ou região onde o cidadão nasceu.

Grande abraço a todos.

Ari

06 agosto 2017

O Homem Mais Rico da História

O banqueiro alemão - apelidado de "O rico" - chegou a acumular, ao longo da vida, uma fortuna equivalente ao que hoje seriam US$ 400 bilhões (R$ 1,2 trilhão), segundo o biógrafo Greg Steinmetz.
  
Se estivesse vivo hoje, Jakob Fugger (1459-1525) seria, calcula-se, mais rico que
 Bill Gates,  Warren Buffet, Carlos Slim e Mark Zuckerberg juntos.

Ex-editor do Wall Street Journal, Steinmetz considera Fugger o homem mais rico da história, e foi esse o título que deu ao livro que escreveu sobre o banqueiro em 2015.

Embora muitas pessoas levantem ressalvas à comparação da riqueza em diferentes períodos históricos, de uma coisa Steinmetz se diz seguro: "Jakob Fugger foi sem dúvida o mais poderoso banqueiro de todos os tempos", disse ele à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol.

Em que ele baseia essa afirmação?

"No Renascimento, a época em que Fugger viveu, o mundo era controlado por duas figuras: o imperador romano e o papa. E Fugger financiou os dois", diz o biógrafo.

Na avaliação de Steinmetz, nenhum banqueiro em toda a história teve tanta influência sobre o poder político como Fugger.

"Fugger decidiu que o rei da Espanha, Carlos 1º, deveria ser o imperador de Roma e o fez vencer a eleição (com o nome de Carlos 5º)", disse ele. "Carlos 5º colonizou o Novo Mundo. A história não seria a mesma se não tivesse chegado ao poder”. (Saiba mais em: http://www.bbc.com)

Grande abraço a todos.

Ari 

30 julho 2017

A História Por Trás da Icônica Foto de Albert Einstein Com a Língua de Fora!

Com o cabelo bagunçado, o bigode grosso e olhos bem abertos olhando diretamente para a câmera, Albert Einstein põe a língua para fora sentado no banco traseiro de um carro. Trata-se de uma das imagens mais famosas e irreverentes do físico alemão.

ARTHUR SASSE/NATE D. SANDERS AUCTIONS
A foto foi tirada em 1951, 
depois das celebrações de seu aniversário de 72 anos

A fotografia que revela o lado bem-humorado do criador da Teoria da Relatividade foi tirada em 1951 por Arthur Sasse, fotógrafo da agência de notícias United Press International (UPI).
O cientista acabava de sair do Princeton Club, espaço social da universidade americana de mesmo nome, onde havia celebrado seu aniversário de 72 anos. Estava acompanhado por Frank Aydelotte, diretor do Instituto de Estudos Avançados dos Estados Unidos, onde Einstein trabalhava, e pela esposa do diretor, Marie Jeanette.

O escritor francês Fred Jerome conta em seu livro The Einstein Files: J. Edgard Hoover's Secret War Against the World's Most Famous Scientist (Os Arquivos de Einstein. A Guerra Secreta de J. Edgard Hoover contra o Cientista mais Famoso do Mundo, em tradução livre) que o cientista posou pacientemente para os fotógrafos à sua espera na porta do clube.

Após a sessão, quando o prêmio Nobel de Física em 1921 se preparava para partir, Sasse se aproximou dele e pediu um sorriso para tirar a fotografia. Seja por cansaço ou farto da perseguição dos repórteres, conta Jerome, Einstein colocou a língua para fora, e Sasse foi suficientemente rápido para capturar o gesto.

Os editores da agência chegaram a hesitar em publicar a imagem, por receio de ofender o cientista, mas ela acabou sendo veiculada. Einstein não se importou e, na verdade, gostou tanto dela que produziu cópias - cortada para excluir seus acompanhantes - para dá-las autografadas a amigos.

A foto leiloada traz a assinatura do físico na margem esquerda: "A. Einstein. 51", o que indica que ela foi assinada pouco depois de ter sido registrada.

Segundo a casa de leilões Nate D. Sanders, a imagem está em boas condições. A diferença desta imagem para a maioria daquelas que Einstein deu a amigos - e por isso é tão valiosa - é que não foi cortada e mostra o contexto e os integrantes da foto original.

Um grande abraço a todos.

Ari

28 julho 2017

Medida Exata de 1 Quilo Vai Mudar em 2018

O Brasil vivia seus últimos dias de monarquia quando os cientistas definiram quanto vale, exatamente, 1 quilograma. Foi em setembro de 1889, na França. Esse padrão internacional vale até hoje, mas vai mudar em 2018.

O padrão atual é dado pela massa de um cilindro de metal, feito de platina e irídio, dois elementos químicos resistentes. É o Protótipo Internacional do Quilograma, ou IPK, que é armazenado perto de Paris desde 1889. A massa do IPK é, por convenção, o valor de 1 quilograma. Quando medimos algo, no fundo estamos comparando à massa desse cilindro.

Algumas cópias desse cilindro foram feitas e distribuídas em diferentes países, com medições periódicas para verificar se as massas continuam iguais. Mas elas variam ligeiramente, por impurezas na manipulação ou desgaste.

Apesar de as diferenças serem em uma escala muito pequena, é um problema porque cria uma instabilidade sobre quanto 1 quilograma pesa, exatamente. E exatidão interessa para a ciência.

Há outras medidas de massa (como libra e onça, usadas popularmente nos Estados Unidos) que são definidas em relação ao quilograma. O mesmo acontece para diversas unidades que medem outras grandezas — por exemplo, newton (que mede força), pascal (pressão) e ampère (corrente elétrica). Portanto, a medida precisa de quanto vale 1 quilograma também é importante para essas unidades. Há anos cientistas do Comitê Internacional de Pesos e Medidas, a mesma associação que armazena e cuida do IPK, concordaram que era preciso mudar o referencial para o quilograma de um objeto (cujas características mudam ao longo do tempo, causando imprecisões) para um conceito da física (valor que não muda).

Dentre os valores possíveis para ser o referencial do quilograma, foi escolhida a constante de Planck, que relaciona a frequência de uma partícula com a sua energia.

O problema é que agora o valor dessa constante precisa ser calculado com grande precisão, tarefa que está sendo feita no momento. Equipes distintas apresentarão seus resultados, com ligeiras (e inevitáveis) diferenças entre si. Um computador vai reunir esses números e estabelecer, por meio de complexos modelos matemáticos, um valor exato para a constante de Planck, que então será usado para definir o quilograma a partir de 2018.

Essas mudanças não interferem no dia a dia de pessoas comuns, mas são importantes para a ciência (especialmente para a metrologia, ramo que estuda as medidas) e áreas como o comércio internacional, que lida com pesagem em larga escala.(Fonte: www.nexojornal.com.br)

Um grande abraço a todos.



Ari

23 julho 2017

Reflexão!

Nunca vou me arrepender das muitas coisas erradas que eu fiz na vida, mas estou muito arrependido, das coisas boas e certas que eu fiz, para um montão de gente errada e que não merecia.

Abraço e boa semana.

Ari

A Delação Premiada de Pedro Malasartes!

Pedro Malasartes é podre de rico.

Fez fortuna, como a maioria dos brasileiros multimilionários, utilizando com liberalidade os costumeiros instrumentos de enriquecimento rápido de nossa elite: chantagem, fraude, corrupção, grilagem, intimidação, estelionato, sonegação, notas frias, troca e venda de favores, extorsão, agiotagem, formação de quadrilha e, quando não havia recurso mais barato, encomendando assassinatos e queimas de arquivo.
Em pesquisas recentes (2016), realizadas por órgãos internacionais, Malasartes foi eleito um dos 100 maiores canalhas brasileiros de todos os tempos.

Desde criancinha revelou inúmeros talentos para o exercício do poder, talentos que o transformaram em um de nossos mais brilhantes homens públicos.

Dentre eles destacam-se os seguintes:

01) Furar os olhos de passarinhos que pegava em arapucas, para que cantassem melhor;

02) Arrancar as asas de abelhas e moscas, que jogava vivas em teias de aranha, deliciando-se com os esforços inúteis dos prisioneiros para fugir;

03) Pregar tachinhas nas cadeiras das professoras, divertindo-se quando elas saltavam gritando de dor e espumando de ódio;

04) Transformar notas de 10 reais em notas de 100, usando tesoura, cola e canetas de cor, de modo a engabelar os simples e os humildes, que nunca percebiam o golpe e sempre levavam tinta;

05) Amarrar latas vazias no rabo de vira-latas, batendo neles em seguida para vê-los disparar ganindo aterrorizados;

06) Cortar o rabo de lagartixas, rabos que adorava ver se contorcendo como se vivos, e rir das lagartixas fugindo assustadas e cotós;

07) Derramar gasolina em gatos de rua e jogar fósforos acesos nos bichos: os miados de dor e medo eram como música para seus ouvidos ultrassensíveis;

08) Imitar cobras corais com pedaços de corda colorida e, nos lusco-fuscos das tardes domingueiras, arrastá-los na calçada, assustando velhinhas a caminho da igreja;

E muitas outras invenções alegres, engraçadas e torturantes, pois sua imaginação desconhecia limites.

Mas como tudo teve início logo após sair do útero materno, será pela mais tenra infância que começaremos esta longa biografia de nosso herói, pedindo paciência (e estômago forte) ao eventual leitor para este primeiro capítulo e os que virão a seguir.

POSSÍVEL ENQUETE POPULAR

Neste texto, propomos imaginar uma enquete entre os leitores do GGN, destinada a descobrir o que levou Malasartes a subir tão alto e tão depressa.

01) Foi o vereador mais jovem de sua cidade natal por que furava os olhos dos passarinhos?

02) Ganhou disparado a eleição para prefeito, logo na primeira tentativa, por que arrancava as asas de abelhas e moscas, jogando-as a seguir em teias de aranha?

03) Elegeu-se deputado estadual logo de cara por que botava tachinhas nas cadeiras das professoras?

04) Adquiriu seu primeiro latifúndio por transformar notas de 10 reais em notas de 100, assim engabelando os simples e os humildes?

05) Tornou-se o deputado federal mais votado de seu estado por amarrar latas no rabo de vira-latas?

06) Doutorou-se em Direito pela UnB por que cortava o rabo das lagartixas?

07) Tornou-se procurador da república por que derramava gasolina nos gatos de rua e jogava fósforos acesos em cima deles?

08) Elegeu-se deputado federal cinco vezes seguidas por imitar cobras corais com pedaços de corda colorida, assustando velhinhas a caminho da igreja?

09) Elegeu-se por comprar todos os votos necessários para as eleições?

10) Elegeu-se por que seus pais eram podres de ricos e pagavam regiamente os favores recebidos?

PRIMEIROS DIAS DO HERÓI

No exame de vida tão representativa de nossa conspícua elite nacional, não é possível queimar etapas. Assim, será nosso dever escrutinar com olhos de cientista exigente sua vida, de modo a obter uma visão tão ampla e panorâmica quanto possível.

Começando pelo começo, sabe-se que Malasartes nasceu de cinco meses no hospital Sírio-Libanês, pesando 250 gramas, e foi um deus nos acuda mantê-lo vivo. Sem medir esforços ou grana, seus pais trataram de buscar um pediatra em Nova Iorque e outro em Londres que, com muita dificuldade, deram conta do recado.

Passou os três primeiros meses na suíte-berçário, alimentado a leite de cotovia e ovas de esturjão, preparados por uma cozinheira finlandesa.

Logo que nasceu, e diante da esquisitice da criatura, a enfermeira-chefe sugeriu: “Joguem na parede. Se grudar, é bicho; se cair, é gente”.

Assim fizeram e a criatura, depois de ameaçar grudar na parede durante alguns minutos de tensão, usando os pequenos e avermelhados braços e pernas, acabou caindo.

– É gente – disse feliz a mãe.

– Pode ser, mas não parece – disse cético o pai.

– Boa sorte – disse a enfermeira-chefe, escapando rapidamente.

Durante esses meses, o pai se multiplicava diariamente entre o senado (era líder da maioria), a bolsa de valores, seu banco de investimentos, a escola de samba que presidia, sua empresa de lavar dinheiro e a sede da holding, de onde dirigia os latifúndios e as minas de ouro, ferro, manganês, nióbio e bauxita espalhadas pelo país.

Já a pobre mãe, sem nenhuma obrigação social, confinada à medíocre suíte-apartamento de 250 metros quadrados do hospital, tendo como único prazer atormentar os serviçais, ou seja, a criada de quarto, a cozinheira, a babá, o motorista e a chefe da criadagem, entrou em profunda depressão. 

Sem poder botar o nariz para fora, terminou morrendo de tédio, por ausência de admiradores e de paparicação.

Nem aí o maridão: casou de novo 15 dias depois do enterro com uma ex-miss 50 anos mais nova, fato noticiado fartamente em todos os veículos de fofoca. (Texto publicado na site do Jornal GGN em 23/07/2017, por por Sebastião Nunes).


Um grande abraço e bom domingo a todos.

Ari

29 maio 2017

A História se Repete. Às Vezes Muda de Lugar!

O trecho da história abaixo, é muito atual em nossas terras: 

"O poeta francês, o Marquês de Ximenes, criou em 1793 uma expressão que fez história: ‘a pérfida Albion’. Para ele, na Inglaterra (Albion, para os antigos romanos) era o exemplo acabado da hipocrisia, um reino onde se dizia uma coisa e praticava-se outra, totalmente ao contrário. Talvez ele não pudesse imaginar, passados mais de dois séculos, o quanto aquela expressão ainda teria atualidade.

“Nós removemos montanhas e fizemos dos mares suaves avenidas, ninguém pode nos resistir. Guerreamos a rude natureza; e com nossas poderosas máquinas, saímos sempre vitorioso e carregados de despojos.“ - T.Carlyle - “Signs of the Times”, in Edinburgh Review, 1829.

Nem bem completara o segundo ano do seu reinado, a rainha Vitória, em 1839, recebeu uma extraordinária carta vinda do outro lado do mundo, da China. A missiva era de Lin Zexu, o comissário imperial de Cantão,  encarregado de combater o contrabando do ópio nas costas chinesas. Apelou ele a  majestade britânica, em termos educadíssimos, como somente os  mandarins conseguiam se expressar, para que ela fizesse algum tipo de intervenção junto aos seus súditos que comerciavam com o Oriente no sentido de coibir o nefando tráfico de drogas feito pelos mercadores ingleses. Tráfico que ampliava cada vez mais o vício entre os súditos do imperador.

Queria evitar que a China fosse tomada pela “fumaça bárbara”, efeito do ópio que eles traziam em seus barcos das suas plantações na Índia para vender nos portos do Império Celestial. Estranhava o comissário o reino britânico proibir o consumo daquela droga no seu território, mas não se mover para impedir que aventureiros navegando sob sua bandeira o fizessem livremente em outras bandas.


Em resposta, a rainha Vitória argumentou que bem pouco podia proceder sobre aquele assunto visto que seu reino advogava a favor do livre comércio. Além disso, um tanto de ópio era consumido sim pelos ingleses na forma de láudano e que seus efeitos não era assim tão devastadores. (Fonte: Terra.com.br)

Grande abraço a todos.

Ari

08 maio 2017

Fraiburgo terá de pagar mais de R$ 453 mil em multas ambientais

Os danos ambientais aconteceram a partir de 2006 durante a administração do ex-prefeito Nelmar Pinz, que governou o município de Fraiburgo durante dois mandatos. No período, a Sanefrai tinha como gestor/presidente o Sr. Ademir Pedro Perin. 


Dia 27 de Março de 2017, o Vereador Rodrigo de Lara (PSD) no uso da tribuna na Câmara Municipal de Fraiburgo, manifestou sua indignação, por uma Multa de R$ 453.600,00 (Quatrocentos e cinquenta e três mil e seiscentos reais) que a SANEFRAI levou por infringir legislação ambiental federal e estadual vigentes.   O Despacho da FATMA nº 048/2017, deu conta que: “Em 6 de março de 2012, através da C.I 081/2012 CODAM CDR, foi solicitado à equipe de fiscalização o atendimento a ocorrências naquela Região (Estrada Municipal FB 10 S/N, Fazenda Rocha- Fraiburgo).   A operação de fiscalização ocorreu entre 28 e 30 de junho de 2012, e no dia 29 de maio de 2012, foi analisado o processo de licenciamento ambiental FATMA nº RSU/001/CRP e foi realizado vistoria no aterro sanitário.   Ficou constatado que a empresa operava sem licença, desde de fevereiro de 2006 para atividade de Disposição de resíduos urbanos.  Tanto o projeto, quanto à implantação e a operação estavam em desacordo com as normas técnicas para tal atividade.  Não havia estudo de permeabilidade do solo, sendo que o lençol freático naquela região não tem um nível inferior a três metros.  A análise das águas subterrâneas indicou forte contaminação.  Não havia programa de monitoramento (Lei Estadual nº 14675/09).  Os drenos de gás não estavam funcionando e a cobertura diária dos resíduos determinada pela LAQ nº 0123/2005 não eram realizadas.  Não havia plano de emergência, plano de inspeção, manutenção e plano de encerramento no processo de licenciamento.  Constatou-se também que uma área degradada por antigo lixão ainda não havia sido recuperada.  O processo também não apresentou estudo de impacto ambiental.   Os danos ambientais foram gerados durante a administração do ex-prefeito Nelmar Pinz, que governou o município de Fraiburgo durante dois mandatos. No período, a Sanefrai tinha como gestor/presidente o Sr. Ademir Pedro Perin.   Diante destes fatos, foi lavrado o auto de infração Ambiental nº 409 – D (Fl.01), em 30 de março de 2012.   Em 06 de Março de 2017 foi emitido a Multa de R$ 453.600.00, para pagamento em 05/05/2017 (Obs. Ainda cabe recurso administrativo para multa).           


    Fonte: Opinião - Wilson Cesar Malinoski

03 março 2017

Bonita Mensagem!

Recebi do amigo Flavio José Martins, uma mensagem muito impactante para nós que trabalhamos no Hospital Fraiburgo, que eu gostaria muito de dividir com vocês. Ela diz assim:

"Paredes de hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas. Já viram despedidas e beijos mais sinceros que aeroportos.  É no hospital que você vê um homofóbico ser salvo por um médico gay. A médica patricinha salvando a vida do mendigo. Na UTI você vê um judeu cuidando de um racista, Policial e presidiario na mesma enfermaria recebendo os mesmos cuidados, um Rico na fila de transplante hepático, o doador é pobre, nessa hora que o "hospital" toca na ferida das pessoas, universos que se cruzam em um propósito divino, e nessa comunhão de destinos nos damos conta de que sozinhos não somos ninguém!

A verdade absoluta das pessoas, na maioria das vezes, só aparece no momento da dor ou na ameaça da perda!! "

Muito obrigado.

Abraços e bom dia a todos.

Ari

19 fevereiro 2017

Foram Homens?

Ao abrir o site de notícias UOL deste dia 19/02/2017, mais precisamente às 17:30h, me deparei com esta foto:

Largo do Batata - São Paulo - Capital
Fico a imaginar que tipo de pessoa passou por ali. Será que são pessoas normais, para deixar um rastro de sujeira, pelas ruas daquela que alega ser a maior cidade do Brasil? Tenho dificuldades para entender esse tipo de pessoa. 

Sinto-me envergonhado, porque ali também é Brasil e não podemos permitir um descaso destes em pleno ano de 2.017 d.C. praticado por pessoas que se dizem cultas.

Onde foi que erramos?

Triste.

Ari