FRAIBURGO

09 agosto 2016

Cyber Autismo

O mundo globalizado de nossa geração, onde a comunicação e o acesso à informação esta cada vez maior, nos proporciona algumas reflexões específicas a respeito do nosso comportamento como pessoas esclarecidas e cultas.

      Se por um lado a disponibilidade de informações, que na sua maioria é entregue a quem quiser utilizá-la de forma gratuita, pode fazer com que uma enorme multidão possa ser beneficiada pelo “saber constante”, com grande qualidade e em quantidade, por outro lado também nos possibilita o aprendizado de forma isolada, sem a preocupação do relacionamento mais íntimo ou formal e isso pode nos levar àquilo que os diversos autores e estudiosos classificam como "cyber autismo" ou “ciberautismo”.

      Este isolamento, embora com a interação com milhões de outras pessoas, vistas somente através do teclado, pode nos proporcionar momentos de intensa introspecção, que não pode ser classificado como a verdadeira e doentia expressão “autismo”, visto que aquela não é ocasionada pelo simples fato de estarmos sós, mas sim, por outros fatores (genéticos inclusive) e que não são proporcionados pelas pessoas que nos rodeiam ou interagem conosco.

      O autismo coletivo ou cibernético pode ser descrito de uma forma mais branda que a doentia, embora ainda estarmos no limiar da era cibernética, o que só com o tempo poderá ser melhor estudado e analisado. O importante é estar conectado.

      Estar conectado significa hoje em dia ter acesso à informação de forma imediata, com qualidade, em quantidade suficiente e com responsabilidade, porque assim poderemos obter vantagem de aprendizado que as gerações anteriores não tiveram. Cabe a nós buscar as orientações necessárias para tirar proveito disso tudo, estabelecendo regras e condições para um bom desempenho social, profissional e familiar.

              Podemos alcançar estes objetivos utilizando a própria rede para fazer os esclarecimentos necessários de forma a não sermos todos "autistas doentios”.

Um grande abraço a todos.

Ari

(Texto produzido com base no artigo "Autismo Coletivo" 
de João Teixeira in www.portalcienciaevida.com.br).

27 julho 2016

Direito em Fraiburgo

Neste dia 26 de julho de 2016 aconteceu um marco divisor importante da minha vida: finalmente depois de um sonho acalentado por muito anos estou cursando direito. É a primeira turma deste curso na UNIARP – Fraiburgo.

Depois de uma calorosa acolhida fomos conduzidos à sala 18 onde nos aguardava uma seleta lista de convidados especiais: a Pro Reitora Soeni Barros Yamaguchi, Secretária Acadêmica Angelita Fadani, Presidente da Fundação UNIARP Auri Marcel Baú, vice-reitor Paulo Cezar de Campos, Coordenadora do Curso de Direito Professora Jociane Machiavelli Oufella, e os advogados Drs. Flávio José Martins (Padrinho do Curso de Direito em Fraiburgo), Yokio Yamaguchi, Marilza Laurindo (Presidente da Oab de Fraiburgo), Gedson Pagnussatt, Aldair Marcondes e o juiz titular da vara do trabalho da cidade vizinha de Videira, Dr. Luiz Osmar Franchin, que com toda a sua experiência e carisma ministrou a Aula Magna e, por conseguinte, a primeira aula oficial de Direito da Uniarp em Fraiburgo, turma 2016/2.


Autoridades e Alunos - Primeira Aula de Direito da Uniarp - Campus de Fraiburgo.
A turma tem a média de idade de 36 anos e por esta característica tem tudo para ser uma grande turma, não só pelo número de inscritos (70 alunos), mas e principalmente pelo potencial e pela qualidade que poderá apresentar durante o transcorrer do curso.

Um grande abraço, sucesso a todos e parabéns.

Ari

16 julho 2016

Para Pensar!

Para que servem as leis se não há necessidade delas para os homens bons e elas são inúteis para os homens maus?

Um bom final de semana.

Ari

02 julho 2016

Acadêmicos de Psicologia da UNIARP visitam Hospital de Fraiburgo

Acadêmicos do curso de Psicologia da UNIARP, na disciplina de Ética e Legislação em Psicologia, ministrada pela docente Ana Claudia Lawless, visitaram recentemente o Hospital do município de Fraiburgo.

A turma foi recepcionada pelo diretor geral, Ari Antônio Guindani, pelo médico obstétra/ginecologista Cesar Minoru Kurita, enfermeiras Janete Rodrigues Antunes e Neusa Antunes da Silva, pela psicóloga Eliane Inês Tenconi Borges e pela estagiária de Psicologia do Campus da UNIARP de Fraiburgo Gabriele Francescato.


O diretor Ari Antônio Guindani, juntamente com sua equipe, conduziu a visita apresentando as instalações do hospital e frisando sua dedicação e carinho enquanto Diretor na prestação dos serviços. Coordenou ainda, a roda de conversa que tratou de questões que permeiam a ética e o sigilo da equipe interdisciplinar. A Psicóloga explicou aos alunos o seu trabalho, bem como, a participação na equipe, preservando e cumprindo os preceitos do código de ética do profissional da Psicologia.

A professora Ana Claudia enalteceu o trabalho prestado pelos profissionais à comunidade de Fraiburgo e região, em especial da Psicóloga Hospitalar e enalteceu a importância da implantação dos projetos da biblioteca e brinquedoteca dentro da instituição.

Estes projetos já estão em andamento na disciplina de Estágio Supervisionado Obrigatório em Psicologia Clínica I, juntamente com a estagiária Gabriele, ambos em parceria com o Curso de Psicologia. (Matéria publicada em 01/07/2016 no Portal Terra da Maçã).

Um grande abraço a todos e bom final de semana.


Ari

19 junho 2016

O Que Aconteceria Se a Humanidade Desaparecesse de Repente?

Já parou para pensar no que aconteceria se toda a humanidade desaparecesse da face da Terra? Ignore, por um momento, as razões que levariam a tal fenômeno e tente imaginar apenas o que aconteceria com nosso planeta.

O canal #Mind Warenhouse produziu um vídeo que registra com alta definição esse cenário hipotético - do momento exato de nosso sumiço às próximas centenas de milhões de anos.

Em apenas algumas horas, o mundo sentirá os primeiros efeitos da ausência do homem. Como a maior parte de nossa matriz energética ainda é gerada a partir de combustíveis fósseis, as luzes se apagarão logo por falta de abastecimento, jogando o planeta nas sombras.

Em poucos dias, estações inteiras de metrô serão inundadas, pois as bombas que as protegem de águas subterrâneas deixarão de funcionar.

As consequências serão especialmente dramáticas para os animais domésticos e para aqueles que foram presos em fazendas. Sem seus donos, a comida acabará logo e, consequentemente, boa parte deles morrerá de fome. Nos poucos casos em que conseguirem escapar e sobreviver, reinará a lei do mais forte.

Em apenas um mês, a água das energias nucleares começará a evaporar, causando uma série de explosões muito maiores do que as de Fukushima e Chernobyl. Espécies inteiras serão afetadas pela radioatividade e sucumbirão ao câncer.

Após pouco mais de um ano, os animais sobreviventes contemplarão uma “estranha chuva de estrelas”. Não, não estamos falando de astros naturais, mas sim, da queda de satélites colocados em órbita por nós. Sem a atividade humana, eles cairão como meteoros sobre a Terra.

A maioria das cidades será tomada pela vegetação. Outras, como Dubai e Las Vegas, serão engolidas pela areia dos desertos. Em aproximadamente 300 anos, construções de metal, como a torre Eiffel, e pontes de ferro irão desmoronar por conta da corrosão de seus materiais.

E quais serão as construções humanas mais longevas? Inesperadamente, aquelas erguidas e esculpidas com pedras, caso das pirâmides do Egito, da muralha da China e do Monte Rushmore, nos Estados Unidos.

Em 50 milhões de anos, os últimos rastros da civilização humana serão as garrafas de plástico e pedaços de vidro, prova da nossa surpreendente capacidade de produzir lixo.

Em mais 50 milhões de anos, porém, até esses resíduos terão desaparecido. Depois disso, sem o impacto da ação do homem, a natureza tomará novamente conta de tudo. E se, daqui a 300 milhões de anos, surgir uma nova espécie racional, ela nunca saberá de nossa existência.

O vídeo, que pode parecer apenas uma viagem fictícia, termina com uma forte mensagem. “Como vocês podem ver, a Terra poderá viver muito bem sem nós. Nós é que não podemos viver sem ela.” (Fonte: Blog Aconteceu - Clauderio Augusto)

Um grande abraço e boa semana a todos.

Ari