FRAIBURGO

13 agosto 2017

Após 51 anos da Carta de Dallari, ela ainda é muito atual!

Passados 51 anos desde a publicação, em 11 de agosto de 1966, a da carta manifesto/protesto lida no Largo de São Francisco em São Paulo, ainda é um texto atual. 

O protesto da época era contra as injustiças impostas pela Ditadura Militar. Hoje ela pode ser interpretada como um instrumento contra as injustiças diárias que vemos por aí.



Bom domingo e boa semana a todos.

Ari

09 agosto 2017

Por Que Faixas de Pedestres São ‘Enfeite’ em Boa Parte do Brasil!

Em um país em que morrem 8.800 pessoas por ano vítimas de atropelamento, de acordo com dados do SUS de 2012, a vulnerabilidade do pedestre é algo evidente. A desobediência à faixa preferencial para cruzar as ruas nas cidades brasileiras é um dos sinais mais claros do descaso de autoridades e motoristas com quem anda a pé.

Em diversos países, a seguinte cena é bastante comum: o pedestre coloca o pé na faixa e os carros que estão na via param para deixá-lo passar. Já em algumas cidades brasileiras, parece que só o impeditivo do semáforo vermelho (e da possível multa para quem o desrespeita) segura os motoristas de avançarem sobre a zona designada para o pedestre. Quando não há semáforo, pedestres em geral preferem não arriscar e deixam os carros passar primeiro.

“No Brasil, ao se aproximar da faixa de pedestre, alguns condutores até aceleram em vez de reduzir”, afirmou ao Nexo Renato Campestrini, gerente-técnico do ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária).

Entretanto, os hábitos inseguros não são universais no país. Existem casos de cidades que contrariam a tendência nacional, se caracterizando por terem conseguido estabelecer o respeito à preferência dos pedestres. Entre elas estão Gramado e Ijuí, no Rio Grande do Sul, Caraguatatuba, em São Paulo, e Tangará da Serra, no Mato Grosso.

De acordo com especialistas ouvidos pelo Nexo, a única capital em que isso se implantou de modo consolidado é Brasília. Desde os anos 1990, a faixa de pedestre é um espaço seguro para a travessia a pé na capital federal.

O artigo 70 do Código Nacional de Trânsito diz que pedestres têm “prioridade” nas faixas sinalizadas para cruzamento da via. A exceção é feita aos locais “com sinalização semafórica”, onde vale a regra de cumprimento da indicação do sinal de trânsito.

No artigo 214 aparece a categoria da infração e a penalidade para quem não obedecer essa preferência: é do tipo gravíssima e sujeita à multa, com perda de sete pontos na carteira. De acordo com o artigo, vale a multa para o condutor apenas se o pedestre se encontrar na faixa. Em cruzamentos em que há sinal de trânsito, o pedestre deve poder concluir a travessia mesmo que o sinal abra para o veículo. E em casos em que não há sinalização de cruzamento, se um pedestre já tiver iniciado a travessia, o carro deve dar a passagem. (Fonte: Camilo Rocha -  https://www.nexojornal.com.br)

Um grande abraço a todos.


Ari

08 agosto 2017

A Nacionalidade!

Nacionalidade é aquilo que é nacional, que é próprio de uma nação, de uma pátria. Para o cidadão é a sua condição de pertencer a uma determinada nação e se identificar através dela.

Em termos bastantes simples, podemos dizer que nacionalidade é o país onde o cidadão nasceu. É o país de nascimento de alguém. É o “Sentimento Nacional”.

Uma pessoa qualquer, - cidadão -, possui os mais remotos vínculos com a história e a cultura de uma comunidade ou um grupo de pessoas.

Muitas vezes, um grupo de pessoas ou uma comunidade, não possui uma área própria  - o seu território -, e por este motivo não pode formar um país, mas pode sim ter, e fazer parte, de uma nação.

Cada país tem as suas regras próprias para definir a nacionalidade que dependem de Lei específica de cada um.

Na grande maioria das vezes a nacionalidade diz respeito ao local do nascimento da pessoa. É o jus solis - direito de solo. Já outros, como Portugal e a Itália consideram a pessoa que possui a descendência pelo sangue como seu cidadão (é filho(a) de quem?) e, portanto, obtém a cidadania de seus pais. É o “jus sanguinis” – direito de sangue.

O artigo 15 da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz:

1) Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.

2) Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

A nacionalidade é diferente de naturalidade. A nacionalidade provém do país em que o cidadão nasceu, enquanto a naturalidade provém da cidade ou região onde o cidadão nasceu.

Grande abraço a todos.

Ari

06 agosto 2017

O Homem Mais Rico da História

O banqueiro alemão - apelidado de "O rico" - chegou a acumular, ao longo da vida, uma fortuna equivalente ao que hoje seriam US$ 400 bilhões (R$ 1,2 trilhão), segundo o biógrafo Greg Steinmetz.
  
Se estivesse vivo hoje, Jakob Fugger (1459-1525) seria, calcula-se, mais rico que
 Bill Gates,  Warren Buffet, Carlos Slim e Mark Zuckerberg juntos.

Ex-editor do Wall Street Journal, Steinmetz considera Fugger o homem mais rico da história, e foi esse o título que deu ao livro que escreveu sobre o banqueiro em 2015.

Embora muitas pessoas levantem ressalvas à comparação da riqueza em diferentes períodos históricos, de uma coisa Steinmetz se diz seguro: "Jakob Fugger foi sem dúvida o mais poderoso banqueiro de todos os tempos", disse ele à BBC Mundo, o serviço da BBC em espanhol.

Em que ele baseia essa afirmação?

"No Renascimento, a época em que Fugger viveu, o mundo era controlado por duas figuras: o imperador romano e o papa. E Fugger financiou os dois", diz o biógrafo.

Na avaliação de Steinmetz, nenhum banqueiro em toda a história teve tanta influência sobre o poder político como Fugger.

"Fugger decidiu que o rei da Espanha, Carlos 1º, deveria ser o imperador de Roma e o fez vencer a eleição (com o nome de Carlos 5º)", disse ele. "Carlos 5º colonizou o Novo Mundo. A história não seria a mesma se não tivesse chegado ao poder”. (Saiba mais em: http://www.bbc.com)

Grande abraço a todos.

Ari 

30 julho 2017

A História Por Trás da Icônica Foto de Albert Einstein Com a Língua de Fora!

Com o cabelo bagunçado, o bigode grosso e olhos bem abertos olhando diretamente para a câmera, Albert Einstein põe a língua para fora sentado no banco traseiro de um carro. Trata-se de uma das imagens mais famosas e irreverentes do físico alemão.

ARTHUR SASSE/NATE D. SANDERS AUCTIONS
A foto foi tirada em 1951, 
depois das celebrações de seu aniversário de 72 anos

A fotografia que revela o lado bem-humorado do criador da Teoria da Relatividade foi tirada em 1951 por Arthur Sasse, fotógrafo da agência de notícias United Press International (UPI).
O cientista acabava de sair do Princeton Club, espaço social da universidade americana de mesmo nome, onde havia celebrado seu aniversário de 72 anos. Estava acompanhado por Frank Aydelotte, diretor do Instituto de Estudos Avançados dos Estados Unidos, onde Einstein trabalhava, e pela esposa do diretor, Marie Jeanette.

O escritor francês Fred Jerome conta em seu livro The Einstein Files: J. Edgard Hoover's Secret War Against the World's Most Famous Scientist (Os Arquivos de Einstein. A Guerra Secreta de J. Edgard Hoover contra o Cientista mais Famoso do Mundo, em tradução livre) que o cientista posou pacientemente para os fotógrafos à sua espera na porta do clube.

Após a sessão, quando o prêmio Nobel de Física em 1921 se preparava para partir, Sasse se aproximou dele e pediu um sorriso para tirar a fotografia. Seja por cansaço ou farto da perseguição dos repórteres, conta Jerome, Einstein colocou a língua para fora, e Sasse foi suficientemente rápido para capturar o gesto.

Os editores da agência chegaram a hesitar em publicar a imagem, por receio de ofender o cientista, mas ela acabou sendo veiculada. Einstein não se importou e, na verdade, gostou tanto dela que produziu cópias - cortada para excluir seus acompanhantes - para dá-las autografadas a amigos.

A foto leiloada traz a assinatura do físico na margem esquerda: "A. Einstein. 51", o que indica que ela foi assinada pouco depois de ter sido registrada.

Segundo a casa de leilões Nate D. Sanders, a imagem está em boas condições. A diferença desta imagem para a maioria daquelas que Einstein deu a amigos - e por isso é tão valiosa - é que não foi cortada e mostra o contexto e os integrantes da foto original.

Um grande abraço a todos.

Ari